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domingo, 16 de outubro de 2016
The Boppin' Kids
Biografia:
In 1984 the Boppin´Kids, still in their teens, started as a visibly underage rockabilly trio. Playing wild rock´n´roll sessions after school in their hot hot hot italian hometown.
Following a few school gigs and some hiccups with the legal system, in ´86 the band signed up with Rock 86/Polygram Rec and their first album "Go wild" immediately entered the national charts with the much celebrated "Tainted Love". Radio, press and national TV recognized their talent and contributed to spread the Boppin Kids mania around. The Kidz of course attracted the more hardcore rock´n´roll crowd, but strangely enough, they were also saluted as a teen idol band by their more mainstream younger followers. Fans started to come from everywhere to see their show and never got disappointed.
The shows were always wild, raw and outrageous and the band´s live act was labelled as an authentic "earthquake"!!! The BK used to appear on stage bare-chested playing and furious tunes, brilliant guitar sounds and a ´master blaster` slap-bass, screamin´ and jumpin´ all over the stage. The Boppin Kids loved violation and stretching to the utmost the sounds of many glorious artists, from Johnny Cash, Curtis Gordon, the Sonics, Hasil Hadkins to Motorhead, Tommy Steel and the Meteors, mixing together rock´n´roll, rockabilly, gothic, psychobilly, punk, surf influences and 60´s garage into a galactic 100% Italian cocktail! In the 80s European climate of rockabilly revival the Boppin´Kids found themselves pushed to fame, with over 200 gigs a year across the country and were turned overnight into a huge and fast success phenomenon? Too fast? Too furious??
With the 1987 EP Still rockin and the 1989 album "Just for fun", their records were played all over Europe, and even in Japan!
The Stray Cats made their first and only Italian show in 1989 at the Rolling Stone in Milano and The Boppin Kids were special guests with the Guana Batz. The Boppin Kids also supported many other international acts, such as Mano Negra, the Pogues, the Cramps, Tav Falco, Violent Femmes, the Meteors, touring until 1990. In 1991 after 7 years of recording, heavy touring across the world and equally heavy dinking, the 3 "rude boys" finally split up in 1991. Following the BK adventure, Boppin Orazio Grillo, band founder, re-invented himself as Brando, starting a solo career as musican and music producer.
In February 2008, having been away from the rockin´ scene for more than 20 years, the Boppin Kids decided it was the right time to come back, with a new double bass player and a brand new album " Last Train to Hell" coming soon!
The Boppin´Kids played the Psychobilly Festival at Pineda del Mar, to announce theire official return to the world! Following shows Antwerpen Old School Rockabilly Psychosis, Potsdam, Senigallia once again with the Stray Cats for thei farewell tour and several shows all over the country.
A brand new album is working progress for the last one year, coming out hopefull 2012 seems to be the LAST and the Best One!
www.facebook.com/The-Boppin-Kids
sábado, 15 de outubro de 2016
Fireball XL5
Fireball XL 5 originated from Norwich in early 1982. The band was formed by Mark Kelf (v) and his schoolmate Kevin Parfitt (d). They added Jonny Bridgwood (b) and Mark " Thorny" Thorne (g) and the band was named after the early 1960s Gerry Anderson animated TV series. An early lineup reshuffle brought in Neil " Mustard " Samuel on rhythm guitar and Kevin was replaced by Ian Cooper on drums.
The quintet started to gig around and recorded a ten track demo, that was send-among others- to Northwood Records. The band eventually had two 7´´ vinyl releases and a complete work album with the record company, everything produced by Rockabilly guru Boz Boorer. In December 1984 Thorne and Jon Bridgwood- who went on to join the Sting-Rays- left the band mostly due to musical differences. Mark Kelf tried to renew the band with Gavin Peak (b) and a guy called Robin on guitar, but the original magic was gone. About a year later Fireball XL 5 called it a day.
Fireball XL 5 emerged in the very early 80´s with their unique mixture of raw Rockabilly and Hillbilly, blended with a decent dose of punk energy and an enthusiastic style of play, which they called themselves " epileptic hillbilly "back then. Their reputation as crowd pleasers made them a well received support act for premier bands such as The Meteors or Guana Batz. Mark Kelf has continued his musical career up to these days in Mark Kelf & The Valley Boys.
Discography:
Singles: Rockin´ Shoes(1983)--The Man With No Name(1984)
Albums: Go For It(1986)
WWW.OLDSCHOOLPSYCHOBILLY.COM
domingo, 26 de junho de 2016
sábado, 21 de maio de 2016
The Meteors - Gigs 2016
Upcoming shows
22 July 2016
Tabor at Mighty Sounds
30 July 2016
Bremen at Eventloft
02 September 2016
Athens at T.B.C.
03 September 2016
Tyrnavos at Festival Vrysis
21 October 2016
Milton Keynes at Craufurd Arms
More infos: http://yendor71.com/
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Reverendo Frankenstein - Entrevista.
Uma das mais ativas e batalhadoras bandas da atual cena under paulistana, o Reverendo Frankenstein - formada apenas em 2012 - conta em seu line-up com músicos experientes e rodados em diversas outras bandas, entre elas nada menos que os lendários Kães Vadius. E que em determinado momento resolveram seguir novos rumos, ideias, mas sempre a serviço do bom e velho rock’n’roll. Nessa entrevista exclusiva o guitarrista Alexandre Saldanha conta toda a história e inspiração para começarem esse novo projeto e muito mais !
01-Bom, vamos começar lá pelo início; quando, como e onde surgiu o Reverendo Frankenstein? E a inspiração para o nome?
Reverendo Frankenstein começou em abril de 2012. Eu, Felipe e Fabio estávamos insatisfeitos com algumas coisas no Kães Vadius e já vínhamos conversando sobre montar uma outra banda, para aproveitar o bom relacionamento entre nós três e o nosso entrosamento musical. A nossa ideia, desde o início, era não ficar restrito ao psychobilly, já que todos mundo tem várias referências de outros estilos, daí o Fabio surgiu com a ideia do Frankenstein.
02-A banda sempre teve uma forte conexão com os lendários Kães Vadius. E praticamente são os mesmos músicos tocando nas duas bandas nos últimos anos, certo?
Exatamente, o Reverendo Frankenstein nasceu dentro do Kães Vadius. Durante as “pausas pra fumar”, a gente costumava ficar tocando outras coisas fora do repertório e brincando com ideias de riffs e levadas. Com o tempo, a gente foi amadurecendo a ideia de fazer uma outra banda.
03-Foi daí que surgiu a vontade - e talvez necessidade - de montar um projeto paralelo e seguir outro caminho? E pra conciliar as bandas foi numa boa para vocês?
Quando o Reverendo começou, eu já tinha saído do Kães Vadius e a banda estava hibernando, então foi bem tranquilo. Mesmo depois, quando a banda voltou, foi fácil conciliar as duas agendas de show, mesmo porque fizemos vários shows juntos.
04- A banda já teve algumas mudanças em sua formação, principalmente no vocal, correto? Comentem um pouco mais o assunto...
O Reverendo Frankenstein, desde o início, foi uma ideia que nasceu em conjunto entre o Fabio, Felipe e eu. Por vários motivos, os dois primeiros vocalistas não se encaixaram muito no que a gente queria e precisava, então acabaram saindo. Agora, estamos com o M.Krempel há dois anos e as coisas estão evoluindo bem.
05-Sentem que finalmente agora chegaram á estabilidade que procuravam e também a formação ideal?
Essa é a sensação que nós temos. O Matheus nunca teve contato com psychobilly antes de entrar pro Reverendo, então ele não tem alguns vícios de quem já está dentro da cena, o que é ótimo. Ele tem um histórico no punk rock com o The Bombers e traz umas referências que a gente não tem ou com coisas que a gente não se relaciona com tanta frequência, então acrescenta muito à banda. Além disso, ele também toca guitarra, o que faz diferença tanto na composição, quanto nos shows.
06- E as influências sonoras? Em minha opinião não é tão simples rotular o Reverendo Frankenstein já que é possível notar vários elementos como psychobilly, punk rock, rock’n’roll... Como definiriam o som da banda?
Nós somos um Frankenstein mesmo. Um pouco de psychobilly, um pouco de surf music, um pouco de rockabilly, punk rock, metal... Se reparar bem, você encontra vários desses elementos nas nossas músicas e nos covers que a gente coloca no repertório. Reverendo Frankenstein é uma banda de rock ‘n’ roll Frankenstein!
07- Outro ponto interessante é que optaram cantar em português. Alguma razão especial? Acham que soa melhor em nosso idioma o tipo de som que fazem?
A gente nunca discutiu muito sobre isso, foi natural. Todo mundo na banda fala português, então é assim que a gente compõe!
08- E voltando as influências sonoras, vocês poderiam citar suas bandas favoritas tanto as locais e as gringas? E as inspirações para as letras?
Tudo que a gente escuta serve de referência pra gente, mesmo que seja para “o que não fazer”! hahahah A gente gosta muito de Batmobile, Guana Batz, Ramones, Rolling Stones, surf music dos anos 60, Stevie Ray Vaughan, Autoramas, Blind Pigs, Canastra, Sick Sick Sinners, Mullet Monster Mafia.
09-Em relação aos shows, como estão as coisas atualmente os locais para tocar, público, respeito com as bandas aqui na cidade? Percebem
um cenário favorável ou ainda tem muito que evoluir e melhorar na estrutura toda?
A gente tem percebido a cena psycho diminuindo bastante. Tem um pessoal que sempre vai e um ou outro gato pingado que aparece e acaba voltando. Isso é legal e ajuda a renovar a cena. Outra coisa que a gente sempre tenta fazer é se infiltrar em outras cenas, para mostrar nosso trabalho para um público diferente, que não iria num show de psychobilly, por exemplo.
10-Quais os picos que mais curtem tocar em S.P? E fora do estado também já rolou algumas apresentações, certo?
A gente gosta muito de tocar no Inferno, na Augusta. É uma casa grande, com um estrutura de primeira e localização ótima. Trackers, no centro de São Paulo, é bem legal também, com uma estrutura bem diferente. Outra coisa que a gente gosta é ir pra outras cidades, onde a gente nunca tocou, mesmo que não seja um público “nosso”. É legal “catequizar” gente nova. A gente fez uns shows bem legais em Curitiba, Belo Horizonte e Santos, por exemplo.
11-O que tem disponível pra quem quiser escutar e conferir o som de vocês? Planos de lançar um CD e talvez até no formato vinil um dia?
Por enquanto, a gente tem um EP digital lançado em 2014. Ele tem duas músicas – “Lado Escuro” e “A Vingança de Frank . Esse trabalho tá disponível em várias plataformas: iTunes, Spotify, Vevo, etc. Tem também o nosso SoundCloud onde a gente coloca umas coisas diferentes, gravadas ao vivo e o nosso canal no YouTube, com vários vídeos ao vivo, gravações, ensaios, etc.
No ano passado, a gente participou de algumas coletâneas, inclusive uma em vinil e uma em CD, na Alemanha. Esse ano ainda sai nosso disco físico. A gente já tem várias músicas gravadas e estamos preparando umas novas.
Vevo: http://www.vevo.com/artist/reverendo-frankenstein
iTunes: http://bit.ly/UHnE6a
Spotify: http://bit.ly/1lNFKNF
Deezer: http://bit.ly/1jM3JIQ
eMusic: http://bit.ly/1yOZhDe
Amazon MP3: http://amzn.to/1sFPbDW
SoundCloud: http://bit.ly/1jV199n
12-Sei que estão escalados para tocarem em um grande festival que vai rolar em Curitiba em breve, certo? Falem mais a respeito e suas expectativas...
Esse vai ser nosso segundo show em Curitiba. A gente acha que vai ser bem legal. O Curitiba Rock Carnival faz parte da programação paralela do Psycho Carnival, que é um festival bem tradicional na cidade, mas que acontece durante o dia e tem entrada gratuita. Então a gente espera que tenha bastante gente para conhecer nosso som!
13- É isso! Obrigado pela entrevista! Deixem uma mensagem, contatos, considerações finais pra galera, o espaço é de vocês....
Valeu pelo espaço, Márcio! Fiquem de olho no que acontece com o Reverendo que sempre tem coisa nova rolando.
Nosso e-mail é ReverendoFrankenstein@gmail.com e a página no Facebook é https://www.facebook.com/ReverendoFrankenstein. Por esses dois canais, dá pra marcar show, comprar merchandising, mandar fotos, vídeos, recados. Fiquem à vontade!
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Kães Vadius - Celebrando 30 anos de estrada e Psychobilly no Brasil !!!
Kães Vadius e o Psychobilly nacional celebram 30 anos juntos ! Em agosto, mês em que comemora os 30 anos de estrada, os Kães Vadius continuam vivos e mais fortes do que nunca. Pioneiros no estilo Psychobilly no Brasil - e com uma extensa discografia que inclui discos, coletâneas e dvd - a banda sempre se manteve na estrada e divulgando seu rock psicótico em todos os cantos do país. Mesmo com algumas mudanças na formação ao longo do tempo não impediu a banda de seguir em frente com sucesso e sempre mantendo o respeito dos antigos fãs assim como os novos conquistados. Nessa entrevista exclusiva, o vocalista e mentor da banda Hulk, conta um pouco mais a respeito da história da banda, Psychobilly brasileiro, expectativas para o show de aniversário no ''Psycho Attack'' e muito mais !!
1-Fala, Hulk! Tudo certo?! Como é celebrar agora em Agosto os 30 anos de carreira dos Kães Vadius?
Cara, vou te dizer uma coisa... correria loka. Muita coisa aconteceu neste caminho todo e continua acontecendo. Mas me sinto um privilegiado, não é para qualquer um manter uma banda “underground” durante todo esse tempo.
2- Kães Vadius é a percursora do Psychobilly no Brasil. Como surgiu o interesse pelo estilo? E a reação das pessoas com esse tipo de som naqueles primeiros anos de banda?
No começo queríamos fazer uma releitura do Rockabilly e da Jovem Guarda, com temas e realidades nacionais e atuais, pesquisamos muuuuuuito vários estilos que estavam se modernizando e tivemos nosso primeiro contato com Cramps e Meteors numa fita K-7 que um amigo nos arrumou. Dai em diante foi adaptar o que vinhamos fazendo para uma nova realidade... o PSYCHOBILLY.
3- Os dois primeiros álbuns - Psychodemia (1987) e Delírium Tremens (1988) lançados pelo selo Ataque Frontal - são verdadeiros clássicos do Psychobilly nacional. E também tem um papel de grande destaque na cena underground dos anos ’80 no geral. Como analisa hoje em dia ambos os discos? Alguma chance de uma reedição em vinil novamente?
Esses dois discos são a alma dos KV, o resultado de muito trabalho e pesquisa. Nosso “cartão de visitas”. Chances de reedição sempre existe, depende muito mais de Kannis-Vadillis, nossa entidade psychomistica, na verdade é essa entidade que determina o futuro da banda.
4- E eram muito frequentes a presença da banda em programas musicais de TV e rádio da época. Isso de certa forma ajudou a popularizar e fazer o nome dos Kães também fora da cena, não é?
Com certeza, Boca Livre, Programa Perfil, TV MIX, Materia Prima (TV), 97 fm, 89fm, Kiss fm, Radionizios, (RADIOS), Rocker jornal e o Contra Corrente, (jornais alternativos da época com grande aceitação no meio UNDERGROUND) entre outros... Foi uma oportunidade sem precedentes para os KV e sem duvida, ajudou a alavancar o nome da banda.
5- Apesar de constantes mudanças na formação os Kães se mantiveram sempre ativo; seja nos palcos e também em gravações. Qual o segredo de manter a banda com sucesso ao longo do tempo?
Acho que acima de tudo é procurar ser honesto com o seu público e com as pessoas envolvidas nos projetos e composições. Tratar todos como um igual. Procurar sempre fazer o melhor e ir na contramão da moda e da mesmice. Torcer para seu público continuar fiel e mandar bala.
6- Você mantém contato com os primeiros integrantes da banda? George, Paulo, Denis? E a formação atual está a um bom tempo juntos, correto?
Correto, a formação atual já esta comigo a uns 10 anos ou mais. Mantenho contato com TODOS de TODAS as formações na medida do possível.
7- Uma curiosidade; a escolha do baixo elétrico desde o começo da banda tem relação com bandas como os Meteors, Guana Batz ( que gravou com e-bass no início de banda ), Cramps ou King Kurt que fizeram também essa opção? E teve uma época em que vocês tocaram com o baixo acústico, mas por um breve período, certo?
Corretíssimo, tentamos num período da banda o baixo de pau, mas estávamos saindo fora da proposta inicial, perdendo um pouco da nossa característica e limitando um pouco nosso estilo na hora de compor novas musicas, Foi uma faze legal mas optamos por manter nossa cara de anos 80 malditos.
8- E seu trabalho com arte e quadrinhos? Como anda atualmente?
Atualmente trabalho no desenvolvimento de jogos de TABULEIRO e desenvolvo projetos para peças em MDF cortadas a laser. Quadrinhos esta nos meus planos futuros... muuuuitas ideias brotando na cachola.
9- Hulk, como você analisa os 30 anos de Psychobilly no Brasil? E acredita que finalmente o estilo se consolidou aqui de uma forma mais profissional e estruturada também?
Com certeza, hoje o que se vê e ouve soa muito mais profissional e organizado do que no começo do PSYCHOBILLY. As pessoas envolvidas realmente se dedicam ao que estão fazendo e o publico hoje além de maior esta mais envolvido e consciente do estilo. SENSACIONAL.
10- E toda geração de bandas que vieram depois de vocês de certa forma tem uma influência dos Kães Vadius. Que bandas você curte no cenário brasileiro?
Na verdade ando meio desatualizado em relação ao que acontece atualmente na cena Psycho nacional, minha filhota toma quase todo o tempo que me sobra, atualmente ouço mais GALINHA PINTADINHA do que CRAMPS, huahuahua! Mas ainda gosto daquele jeitão meio 80, tipo K-Billys, Mongolords, Baratas Tontas, Kryptonitas, Catalépticos... bandas que hoje nem existem mais, curto o Skizoids, Bad Luck Gamblers, sick sick sinners e os famigerados Ovos Presley. Mas tudo que é Psycho nacional que ouvi geralmente é muito bom e tem uma característica diferente do Psycho “enlatado” de fora.
11- Dia 15 de agosto tem o show de 30 anos de carreira no evento ‘’Psycho Attack’’ que é realizado em São Paulo, no Inferno Club. Pretendem agitar algo especial para esse show?
Cara, tínhamos um esquema na mão para esse show, porém nosso batera, o Fabio Koveiro, caiu de moto e abriu o osso da pélvis e fraturou a bacia. Então para não cancelar nenhum show convidamos de última hora o Renan, batera do Bad Luck Gamblers, vamos passar um set clássico e com certeza isso já é especial.
12- E os planos para o futuro?
Novas canções, novas histórias, quadrinho & foto novela, quem sabe um... filme.
13-Valeu pela entrevista, Hulk!
Valeu a todos pelo tempo dedicado a essa leitura... ABRAX!
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Psycho Attack Over S.P #6 - 15 de Agosto !
Psycho Attack orgulhosamente apresenta em sua sexta edição os pioneiros do Psychobilly brasileiro Kães Vadius celebrando seus 30 de carreira !!
Bad Luck Gamblers fazendo um set especial com clássicos do Psychobilly : Batmobile, Guana Batz, Nekromantix e muito mais !!
E a tão aguardada volta aos palcos do Voodoo Stompers !!!
DJ's: Márcio - Babu Zorch - Wagnão
Entrada: $15 (lista) - Porta $25
Lista: psychoattacksp@gmail.com
Local: Inferno Club. - São Paulo
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Entrevista: Sick Sick Sinners - ''Divulgando o disco Unfuckinstoppable em todos os cantos do planeta !!''
E os Sinners começaram o ano – e o primeiro semestre – com força total, como sempre ! Ainda divulgando seu último lançamento, o excelente disco ‘’Unfuckinstoppable’’, a banda segue na estrada e em toda parte do planeta que você possa imaginar! Desde o território tupiniquim, América Latina e Norte e é claro o velho continente europeu. ‘’Psychobilly Is All Around’’ como diriam os grandes Catalépticos!! Nessa entrevista exclusiva Vlad, vocal/guitarra, conta mais a respeito disso tudo e como andam as coisas atualmente para os Sinners.Confira!
O ano de 2015 começou bem agitado para os Sinners, não é? A divulgação ainda continua forte do álbum mais recente ‘’Unfuckinstoppable’’ – lançado no final do ano passado – shows e festivais por todo país. E também alguns shows bem especiais no exterior programado para breve. Um primeiro semestre intenso!
Realmente, está sendo meio corrido, e agora com o festival nos EUA e a tour na Europa é que realmente vai ser um pouco mais corrido. Ainda estamos divulgando o “Unfuckinstoppable”, nosso segundo álbum, e isso também demanda tempo, contatos etc… Hoje essa divulgação é mais fácil, feita pela internet, mas mesmo assim exige bastante trabalho para conseguir divulgar para o maior número de gente possível. Por causa da quantidade de informação que tem na internet muitas vezes o que você está divulgando não consegue atingir o seu público, por isso é tão massa estar falando com vocês da Revoluta, Alternar e Rockabilly Psychosis que são acho que um dos meios mais importantes da divulgação de bandas do underground.
Obviamente que isso tudo é fruto de muito trabalho e dedicação. E mesmo depois de tanto tempo na estrada e conquistas realizadas o músico sempre consegue encontrar motivações ainda para seguir em frente? De onde vem toda essa inspiração?
Não consigo me imaginar fazendo outra coisa. Vivemos disso, digo esse é o ar que a gente respira, se não estivéssemos fazendo isso provavelmente estaríamos doentes. É isso que mantém a gente vivo. A gente lança o álbum, faz a tour quando dá, e já estamos pensando em festival, tour, música nova, próximo disco, é quase que nem respirar.
E como anda a repercussão do álbum mais recente (lançado no final de 2014) ‘’Unfuckinstoppable’’ tanto aqui como na gringa?
Foi muito massa, alguns blogs fizeram ótimos reviews na gringa, aqui também tivemos uma repercussão boa, mas é isso, ainda estamos divulgando, vamos agora mandar para vários veículos, blogs, como nos velhos tempos do fanzine, a internet é do caralho e tudo mais, mas acho que o esquema de enviar material ainda é muito importante, vivemos hoje num mundo frenético, se a banda te enviou um material ontem, um link, alguma coisa, hoje você já não lembra mais, então é massa ter esse CD palpável para quem escreve resenha e divulga material.
Para você rolou tudo dentro das expectativas nesse novo álbum? E em relação aos materiais lançados anteriormente que evolução deu pra sentir com esse trabalho?
Eu sou suspeito, gosto de tudo que a gente lançou, são discos diferentes, no “Unfuckinstoppable”, tem alguns riffs antigos, coisa do final dos Catalépticos ou começo do Sinners, que usamos nas músicas, aquele riff que fica parado um tempo e uma hora você fala: ” – porra isso é bom!, vamos finalizar isso aqui hehehe” e tem coisa muito recente, que fizemos praticamente gravando o disco. Então de certa forma acho que é um disco que não foge do que a gente é, sempre procuramos evoluir dentro do que fazemos, mas não estamos tentando descobrir a roda, ou mudar muito o nosso som, talvez uma evolução natural mesmo.
E o lançamento novamente ficou a cargo do renomado selo alemão Crazy Love Rec. Trabalhar com eles por tantos anos imagino que seja ótimo para vocês. Tanto no sentido de uma boa distribuição e também exposição do material pelo planeta todo. E também confiabilidade no trabalho dos caras, etc…
Crazy Love é um selo muito foda exatamente por isso, confiamos muito no trabalho do Guido Neuman, além de ser gente finíssima a Crazy Love faz um ótimo trabalho de divulgação e ainda é um dos selos que lança a maioria das bandas de Psychobilly. A Europa vem passando por uma crise fudida, e geralmente o cara deixa de comprar CD ou LP, tem que sobrar dinheiro pra cerveja, e ainda mais com o advento da internet, todo mundo baixa tudo… Quer dizer, para o cara se manter nesse mercado tem que estar esperto. Nesse caso o grande lance foi a volta do vinil.
E junto com o disco tem ainda dois clipes sensacionais de ‘’ We Wanna Drink Some More’’ e ‘’ Wild Party In Hell’’ já rolando. Podem falar um pouco mais a respeito? Produtora, locais escolhidos, músicas, repercussão…
O clipe da “We Wanna Drink Some More”, foi gravado pelo projeto Psycho Circus ligado à Fundação Cultural de Curitiba, 10 bandas de Curitiba entraram no projeto, todas ligadas ao Psycho/rockabilly:
Bem interessante o projeto, e hoje um jeito muito bom de você divulgar teu som é em clipe, não é só a música, você também mostra o que é a banda. A música “We Wanna Drink Some More” é bem isso, quantas vezes você não é o último a sair do bar né? O dono já está de saco cheio, os funcionários querendo dormir e você lá? Só mais uma, a saideira! Hahahaha
‘’Wild Party in Hell’’ a gente acha uma música muito foda no disco, e já tínhamos essa ideia de fazer numa festa mesmo, gravamos numa segunda feira, no 92 Graus a casa mais importante do underground Curitibano. O Nei, baixista do Ovos Presley está fazendo um trabalho fudido em vídeo, resolvemos chamar ele, estamos divulgando agora, acho que pegou bem o espirito da música, festa , bebida…
Todo mundo sabe que além dos Sinners cada integrante tem outras atividades, trabalhos, projetos, bandas… Como é conciliar tudo isso e ainda ter os Sinners também como prioridade e devida atenção? De certa forma sentem que isso dá uma motivação e gás extra quando estão juntos?
Dá um pouco de trabalho, às vezes não podemos fazer alguns shows, temos um pouco menos de tempo para banda, ainda tem a distância, o Emiliano mora em outra cidade, então é mais complicado, mas é bem isso, quando a turma se encontra pra ensaiar, ou para tocar, gravar, vira uma festa, ai já viu, sempre dá um gás pra fazer música nova, acho que é por isso que só falamos de bebida ultimamente hehehehe
Vamos falar dos próximos shows agora. Tem Califórnia em breve, em um mega festival com nomes manjados da música em geral. Como andam as expectativas de vocês? E isso de dividir um festival com estilos variados musicalmente e a chance de atingir um público tão diversificado?
Muito massa, geralmente tocamos em shows e festivais mais voltados para o psycho/rockabilly na Califórnia, esse festival é um pouco mais abrangente, pega Ska, Punk, Hardcore, coisas que a gente ouve também, e na verdade o Sinners não é um “puro” psychobilly, temos uma pegada mais pesada, muito misturado com punk, hardcore então acho que é uma puta oportunidade para mostrar o nosso som para uma galera que pode se identificar com a gente.
E na sequência – e também primeira vez – os Sinners se apresentando na Rússia! Como foram feitos os contatos? A ideia é um show ou possibilidade de mais? E a expectativa de tocar em um país pela primeira vez?
Serão dois shows na Rússia, São Petersburgo e Moscou, os contatos foram feitos na última tour quando estivemos na Finlândia, o promotor foi assistir a gente lá, já conhecíamos ele fazia tempo quando encontramos em Calella, aonde era o Psychobilly Meeting, o pessoal é muito gente fina e ofereceram esses dois shows para nós, acho que a Rússia tem uma história muito particular e estamos no gás de tocar lá, acho que vai ser foda.
Depois os Sinners seguem para a Europa, mais precisamente Espanha e o maior festival Psychobilly da atualidade: ‘’Psychobilly Meeting’’. Line-up sensacional como sempre e dividir o palco com grandes bandas – tanto as novas ou já consagradas. Qual é a sensação de voltar ao Meeting novamente?
Isso, fazemos alguns shows na França e Suíça, um circuito de bares, clubes e squats ainda talvez alguma coisa na Áustria, e aí sim o Psychobilly Meeting, nunca tocamos lá com o Sinners, e acho que vai ser uma coisa diferente, com certeza vamos encontrar muitos amigos, esse festival à beira-mar na Espanha é de outro mundo, na vez que fomos com Os Catalépticos tivemos que deixar o festival no meio, tínhamos que voltar para o Brasil ou outro show, não lembro, mas desta vez acho que vai dar para curtir um pouco mais a festa!
Pretendem registrar todos esses grandes eventos – e quem sabe num futuro próximo – lançar um disco ao vivo ou até um DVD com imagens da banda pelo mundo nos últimos anos?
Hahaha agora que você falou, acho que seria uma boa levar uma câmera, alguma coisa pra documentar isso aí!!
Vale lembrar ainda que a banda antes disso tudo se apresenta em São Paulo. Algumas surpresas previstas no set? E qual o sentimento de retornar a SP novamente?
São Paulo é foda, temos muitos amigos aí, a cena é muito foda, bandas que inspiraram a gente desde sempre, fazem parte da cena ativamente, muitos viram o surgimento do Sinners, estamos preparando um set legal para SP, vai ser o primeiro show com o disco novo, estamos bem felizes de ir para São Paulo e Piracicaba antes do resto da tour.
Valeu, Vlad ! Deixe um recado para a galera que acompanha o trabalho de vocês. E obrigado pela entrevista!
Queria agradecer muito a entrevista, respeitamos demais o trabalho de vocês e todo mundo que vive a cena, e dizer que é isso: Sick Sick Sinners é festa, diversão, daquele jeito meio descontrolado!
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Nekromantix - ''Spiders Attacking Manhattan'' - Hellbound (1989)
"Spiders Attacking Manhattan"
Well I was running away from a broken heart
I needed time to get a brand new start
I crossed the city lights, went down the street
When I felt these creepy things around my feet
Yeah, spiders attacking Manhattan
I got up and started jumping around
All these devil spiders all over the ground
Beneath the crowded city streets I saw something's head
In this place, the poor devil smacked his neck
All these spiders are ready to bite
Well, all these spiders, they have to die
She was big, she was black, I shivered in fear
And I knew I was doomed, she laid her eyes on me
Well I was thinking about it, just like a fly
And I knew like a dog, I was going to die
Now I wish I was back, in the web of my girl
But it's too late, so goodbye evil world
Well I was running away from a broken heart
I needed time to get a brand new start
I crossed the city lights, went down the street
When I felt these creepy things around my feet
Yeah, spiders attacking Manhattan
I got up and started jumping around
All these devil spiders all over the ground
Beneath the crowded city streets I saw something's head
In this place, the poor devil smacked his neck
All these spiders are ready to bite
Well, all these spiders, they have to die
She was big, she was black, I shivered in fear
And I knew I was doomed, she laid her eyes on me
Well I was thinking about it, just like a fly
And I knew like a dog, I was going to die
Now I wish I was back, in the web of my girl
But it's too late, so goodbye evil world
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
GEORGE THOROGOOD AND THE DESTROYERS & BRIAN SETZER - U.S. TOUR MAY 27 - JUNE 20
GEORGE THOROGOOD AND THE DESTROYERS AND BRIAN SETZER CO-HEADLINE ON NATIONAL U.S. TOUR MAY 27-JUNE 20
SETZER AND THOROGOOD REUNITE AS CO-HEADLINERS FOR THE FIRST TIME IN MORE THAN 20 YEARS ON THE "GEORGE THOROGOOD AND THE DESTROYERS / BRIAN SETZER'S ROCKABILLY RIOT TOUR 2015"
DATE CITY VENUE
5/27/15 Red Bank, NJ Count Basie Theatre
5/29/15 New York, NY Beacon Theatre
5/30/15 Canandaigua, NY CMAC
5/31/15 Baltimore, MD Pier Six Pavilion
6/04/15 Rama, ON Casino Rama (on sale 3/18)
6/05/15 Detroit, MI DTE Energy Music Theatre
6/06/15 Elgin, IL (Chicago) Grand Victoria Casino
6/08/15 Milwaukee, WI Riverside Theater
6/09/15 Clear Lake, IA Surf Ballroom
6/10/15 Cedar Rapids, IA McGrath Amphitheatre
6/12/15 Morton, MN Jackpot Junction Casino
6/14/15 Littleton, CO (Denver) Hudson Gardens & Event Center (on sale 4/20)
6/16/15 Albuquerque, NM Sandia Resort & Casino (presale 3/31)
6/18/15 San Diego, CA Humphreys (on sale 4/4)
6/19/15 Lincoln, CA Thunder Valley Casino
6/20/15 Saratoga, CA Mountain Winery (on sale mid-April)
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Psycho Carnival Fest - Curitiba - Brasil
Festa do Esquenta : R$ 35,00 – Passaporte 3 noites Psycho Carnival (14, 15 e 16/Fev) : R$ 150,00 – Passaporte 3 noites Psycho Carnival (14, 15 e 16/Fev) + esquenta: R$ 180,00 – Cada noite Psycho Carnival : R$ 55.00 Os Ingressos são limitados, mas estaremos atualizando constantemente a página do evento, comunicando sobre esta demanda.
A compra pode ser feita por meio de depósito bancário na conta: Banco do Brasil, Cintia Suzuki, Agência 4285-4, Conta Corrente 5394-5. O depósito pode ser feito em dinheiro por envelope nos caixas eletrônicos, direto no caixa ou por meio de transferência entre contas do Banco do Brasil.
Após o pagamento, o comprador deve enviar um e-mail para o endereço zombiesunion@gmail.com informando o nome completo, data e horário do depósito, valor, nome completo e identificar a transação com o número do envelope (no caso de pagamento no caixa eletrônico), número do documento (para depósito direto no caixa) ou número da agência, conta de origem e nome completo do titular da conta (no caso de transferência entre contas).
A organização dá o prazo de uma semana para que o e-mail de confirmação seja enviado para o comprador. Os depósitos podem ser feitos até o dia 03 de fevereiro ou até esgotarem os ingressos. Os ingressos são limitados, são 800 ingressos disponíveis por noite!! Os ingressos também podem ser adquiridos no site da Ticket Brasil.
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